sexta-feira, 6 de abril de 2012

Arqueólogos peruanos encontraram um altar para sacrifícios humanos da cultura inca Mochica de 1.600 anos


A estrutura tem aproximadamente 1,5m de altura e é constituída
por três pedaços de 50cm de comprimento

Arqueólogos peruanos encontraram um altar para sacrifícios humanos da cultura inca Mochica de 1.600 anos de idade no topo de uma montanha da região de La Libertad (norte), informou nesta terça-feira o arqueólogo Régulo Franco.

"Nós encontramos o altar onde homens eram mortos decapitados e depois jogados no abismo, como parte dos rituais praticados há mais de 1.600 anos pelos mochicas", disse à AFP Franco, da cidade de Trujillo (cerca de 500 km ao norte de Lima).

A estrutura de pedra trabalhada foi encontrada há um mês, localizada no pico central da montanha 'Campana', 1.000 metros acima do nível do mar, informou o especialista.

Tem aproximadamente um metro e meio de altura, é constituído por três pedaços de 50cm de comprimento e tem uma pedra em cima, semelhante à Intihuatana (relógio solar) da cidade inca de Machu Picchu, em Cusco (sudeste).

"O altar fica na beira de um abismo, o que coincide com as representações mochicas feitas em sua cerâmica, onde simbolizavam decaptações com cabeças em queda", disse o diretor do projeto arqueológico El Brujo.

"Os antigos Mochicas sempre adoraram o Deus da montanha e, aparentemente, os sacrifícios eram realizados durante o solstício de verão, época em que a água das montanhas baixa para irrigar os campos agrícolas", acrescentou.

O especialista disse que a descoberta permite conhecer mais sobre os ritos realizados no Peru antigo.

A montanha Campana fica a 16 km da cidade de Trujillo, capital do norte do departamento de La Libertad.

A Mochica é uma cultura do antigo Peru, que atingiu seu auge entre os séculos I e VI d.C.. Chegou a ocupar um território que se estendia por grande parte do que é hoje a costa norte do Peru.

Carro voador está exposto no Salão de NY


Modelo se transforma em avião para duas pessoas e possui asas retráteis
A empresa norte-americana Terrafugia está expondo o “carro voador” no Salão Internacional de Nova York. O Transition, nome do veículo que se transforma em aeronave, chega ao mercado com preço de US$ 279.000, um valor aproximado de R$ 509.000.

O modelo consiste em um carro capaz de atingir, no ar, uma velocidade máxima de até 185 km/h. Algo muito melhor, inclusive, do que no chão, já que, na estrada, o modelo vai a apenas 105 km/h. Em relação à aeronave, o modelo possui asas retrateis e percorre até 787 km utilizando gasolina para carros, sendo capaz de transportar até duas pessoas. Para pilotar o veículo, é necessário possuir a licença Sport Pilot para pilotar aeronaves, além de uma experiência de, no mínimo, 20 horas de voo.

Aeronave chega ao mercado com preço de US$ 279,000
Quem se interessar pelo modelo, pode, no próprio Salão de NY, entrar em contato com a empresa de Massachusett, dando um sinal de reserva no valor de US$ 10.000 a serem devolvidos ou US$ 2.500 sem devolução. As primeiras entregas estão previstas para o fim deste ano.
(Fonte: Terra - carroonline)

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Americana roda 927 mil quilômetros com o mesmo carro


Uma vovó de 93 anos de idade, residente da Flórida, estacionou seu carro pela última vez depois de ter rodado 927.000 km, mais do que uma viagem de ida e volta à Lua, em 48 anos ao volante do confiável automóvel.

Rachel Veitch comprou seu Mercury Comet Caliente por US$ 3.289 em fevereiro de 1964. O carro durou três casamentos e 18 mudanças de bateria.

No último dia 9 de março ela teve que parar de dirigir por ter se tornado legalmente cega. Agora, Rachel planeja vender o carro no lugar de repassar a familiares, com receio de que eles não cuidem bem do automóvel.

"Eles não vão ficar com ele porque não poderiam cuidar como eu cuidei", disse a vovó à Fox News. Rachel tem quatro filhos, nove netos e 11 bisnetos.

Para ela, a atenção e o cuidado que deu ao carro são a razão de o automóvel ter durado tanto tempo.

Em 2009 ela disse à Fox News: "Quando compro gasolina, escrevo quantas milhas percorridas até então, a data e, em seguida, quantas milhas o carro faz com um galão de combustível. Nunca fui uma pessoa destrutiva, sempre cuidei muito bem de tudo, exceto de meus maridos".

O carro, que valeria cerca de US$ 12 mil e tem três conjuntos de amortecedores e oito tubos de escapamento, sofreu apenas uma colisão, na traseira, em 1980.

O automóvel deverá participar de uma exposição de relíquias de quatro rodas no Wisconsin, em julho, embora Rachel não saiba qual o destino do carro depois disso.

A enfermeira aposentada afirmou que vem se adaptando bem à vida sem o carro: "Tenho consciência de que não seria seguro dirigir".

Embora tenha rodado o equivalente a mais do que duas vezes a distância da Terra à Lua (380.000 km), o Mercury não bateu o recorde de distância percorrida por um automóvel. Irv Gordon foi citado no Guinness Book de Recordes Mundiais em 1998 com 2,72 milhões de Quilômetros com seu Volvo P1800 modelo 1966. Ele teria acumulado ainda mais depois do recorde, chegando a cerca de 4,8 milhões de quilômetros com o mesmo carro.
(Fonte: BBC Brasil)

terça-feira, 3 de abril de 2012

Anatomia da Natureza


Um conjunto de cerca de 100 animais dissecados, entre eles um elefante de 56 anos, será exposto no Museu de História Natural, em Londres. A coleção é uma criação do polêmico anatomista alemão Gunther von Hagens, que já exibiu corpos humanos na exposição "Mundo do Corpo".

Von Hagens usa uma técnica chamada "plastinação". Ele substitui água e gordura presentes no corpo por um tipo específico de plástico. Depois, a pele é corroída com enzimas, para revelar partes subjacentes do corpo. Assim, Von Hagens consegue manter as características anatômicas e evitar o apodrecimento do cadáver.



Além do elefante, são destaques da exposição uma girafa equilibrada em apenas uma pata, o sistema circulatório de um tubarão, uma lula gigante e um sistema nervoso de um felino. A maior parte dos animais vivia em cativeiro e foi doada para o anatomista depois de ter uma morte natural.



Segundo os organizadores da mostra, o objetivo não é chocar, mas mostrar partes escondidas da anatomia dos animais. A exposição, chamada "Animal Virado do Avesso" ("Animal Inside Out", em inglês) vai de 6 de abril a 16 de setembro.


(Fonte: G1)

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Ossos ancestrais

Um fóssil com idade entre 3 e 4 milhões de anos encontrado na Etiópia é um indício de uma nova espécie que viveu na mesma época de Lucy, o mais famoso dos ancetrais dos humanos. Os ossos encontrados são pedaços de um pé e mostram que essa raça extinta da família dos humanos, chamada hominis, vivia nas árvores.

O fóssil deve pôr fim a uma antiga discussão sobre a existência de apenas uma linha evolutiva de hominis, espécie mais próxima dos humanos que dos chimpanzés, entre 3 e 4 milhões de anos atrás. Até então, os registros fósseis eram limitados apenas à espécie Australopithecus afarensis, da qual Lucy.

Além disso, um estudo publicado nesta quarta-feira (29) na revista Nature mostra que os fósseis indicam um modo distinto de locomoção, classificado pelos pesquisadores como "equivocada". O pé é feito para se mover pelas árvores e nunca se adaptou à terra. Eles eram capazes de andar como bípedes, mas de maneira pouco eficiente. A espécie de Lucy se movia como bípede.

O paleoantropólogo Yohannes Haile-Selassie, do Museu de História Natural de Cleveland, em Ohio, Estados Unidos, diz que a espécie a que pertence o fóssil encontrado continua sem identificação, por falta de restos de crânio ou de arcadas dentárias associadas ao espécime. Eles afirmam que existem diversas semelhanças com uma o hominin Ardipithecus ramidus, apelidado Ardi, que viveu cerca de 4,4 milhões de anos atrás, na Etiópia. A diferença é um dedão semelhante ao de gorilas, usado para escalar árvores.

(Fonte: Revista Época)

domingo, 1 de abril de 2012

Dois irmãos, o universo e o tamanho de tudo


Qual o tamanho de um elétron? Quanto mede a menor coisa visível a olho nu? E, afinal, qual o tamanho de um ano-luz? A questão da escala é um dos maiores desafios da divulgação da ciência. Seja nas enormes distâncias do universo ou nas medidas mínimas do mundo nanométrico, é sempre complicado transmitir uma boa noção da diferença de tamanho, por exemplo, entre uma estrela gigante vermelha como Antares e o nosso Sol, ou entre uma molécula, um cromossomo e um nanotubo de carbono.

Por isso, iniciativas como o The scale of the universe, programa que teve sua segunda versão lançada recentemente (confira no link:  http://htwins.net/scale2) e nos conduz por uma didática viagem pelo tamanho de quase tudo, são muito bem-vindas para aproximar conceitos científicos abstratos do público. Ainda mais se considerarmos que seus criadores, os irmãos Mike e Cary Huang, não são cientistas renomados, mas meninos de 14 anos. Assim como a história da menina que inventava moléculas, a iniciativa dos irmãos Huang mostra os resultados potenciais que podem ser obtidos ao se estimular o interesse dos jovens pela ciência.  

Nossa história começa em 2010, numa sala de aula da Califórnia, Estados Unidos. Após o professor apresentar à turma um vídeo que comparava os tamanhos das células, Cary ficou impressionado e decidiu criar sua própria escala interativa das coisas. Dias depois, estava pronta a primeira versão do Scale of the universe. Sucesso na escola, o modelo também ficou famoso na internet, quando Mike ajudou a disponibilizá-lo na rede.   

A segunda versão do programa  é fruto de um ano e meio de trabalho dos irmãos. O aplicativo permite navegar por uma escala interativa do universo, desde a distância de Planck, menor medida possível prevista pela física, até o campo profundo observável do telescópio Hubble, uma das maiores distâncias já mensuradas pelo homem. Entre os extremos, podem ser comparados centenas de itens, de corpos celestes a seres microscópicos e nanoestruturas, todos com informações adicionais acessíveis com um simples clique e arranjados em uma escala logarítmica de potências de 10.

Apesar de registrar algumas imprecisões, como admite o próprio Cary, o programa também reflete a quantidade de informação científica disponível na internet, que poderia ser utilizada em atividades de ensino inovadoras. O trabalho despertou nos irmãos, além do interesse por programação e animação, a paixão pela astronomia.  

Infelizmente, o programa, por ora, está disponível apenas em inglês. Mesmo assim, vale conferir, para ter uma ideia de quão grande e complexo é o universo em que vivemos. Também é possível acessar a sua primeira versão, já traduzida para o português (http://htwins.net/scale/pt.html).

Confira o vídeo-demonstração feito pelos autores do programa:
(Fonte: Revista Ciência Hoje)

sábado, 31 de março de 2012

Editora vende arquivo com mais de 7 toneladas de gibis


Uma editora de São Paulo pôs à venda na última semana o sonho de consumo de qualquer fã de histórias em quadrinhos e colecionadores: uma “montanha de gibis” em que cada exemplar custava apenas 5 centavos.

Trata-se de um arquivo de revistas importadas ao longo de 25 anos, que foram sendo guardados em um porão da editora Devir. Foi Douglas Quinta Reis, diretor editorial do grupo responsável pela venda, que descreveu o lote como uma montanha. Na prática, a coleção toma as paredes de três longos corredores do galpão localizado no bairro do Cambuci. São mais de 2.200 caixas lotadas, um total que pode ultrapassar 250 mil HQs, segundo a estimativa da empresa – são mais de 7 toneladas de revistas.

A Devir começou a funcionar em 1987 como uma importadora de gibis. Ao longo de todo este tempo, todas as revistas que iam sobrando dos lotes importados todas as semanas eram guardados nessas caixas. “Diria que tudo deve pesar cerca de 12 toneladas e ter mais de 300 mil HQs. Fizemos uma estimativa”, disse Reis. Cerca de 70% do lote é de revistas das editoras Marvel, DC, Image e Dark Horse, mas há muito material independente e alternativo, mangás e quadrinhos eróticos. Muitas revistas também aparecem repetidas, em pacotes que chegam a ter 30 ou 40 iguais.

Mesmo assim, não faltaram interessados, segundo Paulo Rodrigues. “Um monte de gente se interessou pelo lote. Chegamos a receber várias ofertas, até mesmo de colecionadores de gibis individuais. Quando estávamos começando a conversar com um deles a Comix (loja de HQs) veio e fechou o negócio. Foi uma questão de minutos”, contou.

A falta de espaço foi a principal motivação para que a Devir decidisse vender o lote de gibis. Reis explicou que a editora tem filiais em países como Espanha e Portugal, e que há um trabalho para que as filiais passem a atuar de forma mais próximas, fazendo um intercâmbio de jogos e publicações. O espaço tomado pelas mais de 250 mil revistas vai ser usado para estoque de jogos de tabuleiros e outras opções de RPG, que vão ser mais exploradas na Devir. “Novos projetos vão exigir espaço, e tínhamos que liberar espaço”, disse.

Foi uma decisão difícil, segundo ele, “tanto que demoramos para passar do discurso à venda. Mas a vida continua.”

Arquivo de 250 mil gibis contém 'verdadeiro tesouro', diz pesquisador

O porão onde está reunida a coleção de 250 mil gibis vendida em lote pela editora Devir, de São Paulo, contém um "verdadeiro tesouro" segundo avaliação do pesquisador Gonçalo Júnior, autor de livros como "A Guerra dos Gibis".

"Isso aqui é um templo da perdição", brincou. "Tem muita coisa rara, material que serve para pesquisadores. É bastante emocionante e dá para ficar completamente perdido", disse. Gonçalo Júnior é um dos principais pesquisadores do Brasil a se debruçar sobre a história dos gibis e cultura nerd. Ele é autor de 19 livros, incluindo "Enciclopédia dos Monstros", "País da TV", "O Homem-Abril" e o recente "Ora Bolas", sobre a história da goma de mascar no Brasil.

O pesquisador vasculhou a coleção ao lado de Douglas Quinta Reis, diretor editorial da Devir. Em muitos momentos, os dois pareciam se emocionar com a descoberta de raridades, e se divertir ao encontrar obras mais "estranhas". "A gente ia precisar de 30 anos para olhar tudo o que há nessas caixas", disse.
(Fonte: G1)

Sonda espacial acha condições favoráveis para a vida em lua de Saturno


Sonda Cassini, da Nasa, descobriu água gelada e componentes orgânicos no polo sul da lua Encélado


A sonda espacial Cassini registrou jatos de água gelada em vários voos próximos à superfície de uma lua de Saturno, Encélado, que poderiam indicar um habitat propício para a existência de vida, informou a Nasa na quarta-feira (27).

"Mais de 90 gêiser de todos os tamanhos estão emitindo vapor de água, partículas de gelo, e componentes orgânicos na superfície do Polo Sul de Encélado", disse Carolyn Porco, chefe da equipe de Imagens Científicas da missão.

Estes gêiser, que surgem através de fendas na superfície gelada da sexta lua de Saturno, poderiam revelar a existência de um vasto mar subterrâneo.

"Cassini voou várias vezes através destas partículas e as analisou. Além de água e material orgânico, encontramos sal nas partículas de gelo. A salinidade é a mesma que a existente nos oceanos da Terra", explicou Carolyn.

A cientista afirmou que parece "coisa de louco", mas parece como "se nevasse sobre a superfície deste pequeno mundo", em referência às condições favoráveis à vida microbiana neste satélite.

"No fim, esse é o lugar mais promissor que conhecemos para a pesquisa em astrobiologia. Não precisamos sequer mexer na superfície. Basta voar entre estas colunas de partículas. Ou podemos pousar sobre a superfície e tirar mostras", disse.

A sonda Cassini, lançada em 1997, é uma missão na qual participam a Nasa, a Agência Espacial Europeia (ESA) e a Agência Espacial Italiana, cujo objetivo é estudar as mudanças climáticas em Saturno e em suas luas.

No ano passado a Nasa decidiu prolongar a missão, que transmitiu informações do sistema de Saturno durante quase seis anos, até 2017.

"O tipo de ecossistemas que Encélado pode abrigar poderiam ser como os existentes nas profundezas de nosso planeta. Embora tudo aconteça inteiramente à revelia de luz solar", acrescentou.

Cassini foi lançada ao espaço em outubro de 1997 junto com a sonda Huygens da ESA, e chegou às imediações de Saturno em 2004 para iniciar o estudo de Titã, a maior lua do planeta.
(Fonte: IG Notícias)

sexta-feira, 30 de março de 2012

Mostra em Londres exibirá cérebro de Einstein


Um pedaço do cérebro de Albert Einstein (1879-1955) é um dos destaques da exposição "Cérebro: A Mente como Matéria", em cartaz a partir desta quinta-feira até 17 de junho no centro de exposições Wellcome Collection, em Londres.

A mostra tem como objetivo explorar o que os humanos fizeram com cérebros em nome da medicina, da pesquisa científica, das relações sociais e da tecnologia, reunindo "o que artistas e cientistas investigaram, nas últimas centenas de anos, sobre a natureza cerebral - medindo, classificando, mapeando e tratando" os órgãos, explicam os organizadores da exposição.

É a primeira vez que uma parte do cérebro de Einstein será colocado em exibição na Grã-Bretanha. O corpo do genial cientista foi cremado, mas, segundo o jornal The Guardian, o patologista Thomas Harvey, responsável pela autópsia, disse que o filho de Einstein deu-lhe permissão para preservar o cérebro para pesquisas (alegação que posteriormente foi contestada).

Harvey dividiu o cérebro em 240 partes, e duas delas estão sendo exibidas em Londres.

A mostra também conta com cerca de outros 150 objetos, entre cérebros inteiros preservados, desenhos do órgão, vídeos, fotos e manuscritos com estudos.

Segundo os organizadores, esses objetos mostram "a longa jornada para manipular e decifrar o mais especial e misterioso dos órgãos humanos, cujos segredos continuam a nos confundir e inspirar".
(Fonte: BBC Brasil)

quinta-feira, 29 de março de 2012

Fundador da Amazon diz ter achado motores que ajudaram a levar homem à Lua


O criador e diretor da empresa de vendas online Amazon, Jeff Bezos, disse ter encontrado os motores de propulsão que levaram ao espaço a missão Apollo 11 - a primeira incursão do homem à Lua.

Em seu blog, Bezos diz que uma equipe de cientistas patrocinados por ele achou os cinco motores de propulsão com ajuda de técnicas avançadas de sonar. Eles estavam 4,3 mil metros abaixo da superfície do oceano Atlântico.

Bezos, que é bilionário, dedica-se à pesquisa de assuntos relacionados a missões espaciais. Ele disse ter planos para retirar pelo menos um dos motores do fundo do mar, mas não revelou nenhum detalhe sobre como eles foram achados. Ele também não divulgou como foi comprovado que os equipamentos de fato pertencem à missão Apollo 11.

Muitos equipamentos de missões espaciais do passado estão no fundo do mar, e são difíceis de serem localizados. 

Os motores F-1 achados pela equipe de Bezos foram usados no foguete gigante Saturn V, que conduziu o módulo da Apollo 11 da Terra até o espaço. Eles queimaram por algum tempo após o lançamento e depois se desacoplaram do módulo, caindo no Atlântico.

Ao anunciar a descoberta em seu site dedicado ao assunto – o bezosexpeditions.com – o empresário disse que os F-1, usados originalmente em 1969, ainda são uma "maravilha moderna". Eles tinham potência de 32 milhões de cavalos de potência e consumiam quase três toneladas de combustível por segundo.

"Eu tinha cinco anos de idade quando assisti à Apollo 11 na televisão e, sem nenhuma dúvida, foi uma grande motivação em minhas paixões por ciência, engenharia e exploração", escreveu Bezos.

"Nós ainda não sabemos em que condições estes motores podem estar – eles atingiram o oceano em alta velocidade e ficaram por mais de 40 anos na água salgada. Por outro lado, eles são feitos de material resistente, então teremos que esperar para ver."
(Fonte: BBC Brasil)